Que estilo de Liderança você exerce? Sabe ouvir?

É muito comum o profissional que ocupa cargo de gestão sair falando por aí que é líder, primeiro é importante clarificar que cargo você não é apenas você está. Outro ponto importante para você não se confundir é que Ser Líder é ter postura de influenciar por suas atitudes, desenvolver pessoas, é servir sem olhar a quem e sem esperar nada em troca, postura de liderança é ser aglutinador e construtor de redes de confiança, ser líder é ouvir o inaudível. Já imaginou ouvir o inaudível som das flores se abrindo, o som do sol aquecendo a terra e da grama bebendo o orvalho da manhã?

Pois bem, para ser líder saber ouvir é fundamental. Porém, exige reflexão, questionamento e poder de síntese sobre aquilo que está acontecendo.

O bom ouvinte mantém postura atenta, calma, não demonstra inquietação nem ansiedade. Geralmente, incorremos em vários equívocos, quando achamos que sabemos ouvir e apenas por estar num cargo de gestão achamos que sabemos e podemos tudo até mesmo interromper a fala do outro, querer adivinhar ou antecipar o que o outro vai dizer, não prestamos atenção às mensagens não ditas, nos distraímos facilmente com ruídos. Qual estilo você é? Amigo? Aquele que freqüentemente premia e raramente pune, preocupa-se com as pessoas e com o que elas podem estar pensando de você? Evita risco e  esforça-se por manter o clima socialmente bom e evita os conflitos? Desenvolvedor? Apropriado para os que tem uma super equipe, abre espaço para a equipe voar, se preocupa mais com o planejamento e desenvolvimento da equipe, institucionaliza conhecimentos e prepara sucessores, realiza reuniões e ouve as pessoas, convida as pessoas para participarem das decisões, feedbacks é o seu forte. Ou o estilo Herói? Que funciona no modelo de emergência, guerra, pegando fogo. É autoritário quando as pessoas apresentam dificuldades. Dá feedback corretivo. É solitário, proporciona pouca interação, coordenação e sociabilidade entre as pessoas. Ou seu estilo é o de Comandante? O Senhor resultado e de curto prazo.  Não tem problemas com delegação. Mas monitora o desempenho de forma próxima e imediata cobrando sempre resultados. É direto e transparente não se importa se às vezes causar desconforto com a equipe desde que os motivos estejam claros. Dá feedback positivos e negativos. Na verdade, o convite aqui é levá-lo à reflexão até por que não há certo nem errado, há apenas Escolhas. Quando? Agora. Quem Escolhe? Eu leitor.

Por Edson Monteiro

Diretor de Relações Institucionais da ABRH – PE

Ger. Desenvolvimento Humano e Organizacional da Schincariol

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